domingo, 29 de dezembro de 2013

BRILHE NATURALMENTE A VOSSA LUZ

BRILHE NATURALMENTE  A VOSSA LUZ




Cada  criatura da terra possui uma luz que brilha dentro de si. A maioria de nós escondemos o brilho,  cobrindo com os vícios e defeitos que ofuscaram a nossa luz  ao longo das encarnações.
  O tempo corre velozmente e precisamos novamente a  aprender a acender a nossa luz, pois não podemos mais permanecer adormecidos  nas trevas da ignorância . A nossa luz acende   através de atitudes nobres e pensamentos elevados que são os polidores eficazes  a serviço do  brilho pessoal.  O fulgor verdadeiro não é realizado com atitudes  forçadas,  ele surge  sem a simulação  das  atitudes exteriores

. A verdadeira luz  é manancial edificante que brota do interior de cada um através de atos  nobres e pensamentos elevados .

Ao pé da figueira ( um momento no mundo espiritual narrado por “ Marcelo”)



Ao pé da figueira  






( um momento  no mundo espiritual narrado por “ Marcelo”)

Aqui onde estou as árvores  frondosas as flores são graciosas e os frutos tem sabor de mel...aqui temos momentos  só nossos de reflexão e faça isto ao pé ´da figueira . Observo a imensidão do parque, suas árvores bem verdes gramado cintilante com gotículas de orvalho eu lhe dão um brilho especial . Flores rasteiras e coloridas que dão um tom  singelo e aqui a cor que prevalece é o lilás. E esta paisagem cobre o infinito onde meus olhos não alcançam . e  é em baixo da minha companheira figueira, e o meu local preferido . Sinto o frescor o perfume e a brisa tocado em suas folhas refrigerado minha alma e me envolvendo com sua energia de paz .  Saudade dos amigos da terra surge, mas não me envolvo em melancolias neste local a alegria é razão infinita de todos os habitantes. Pois aqui a energia deve ser de muita contentamento e felicidade  constroem o local desde o pequenino botãozinho de flor até  a mais frondosa arvore deve emitir esta alegria para envolver os pequenos que aqui chegam . me identifiquei com a paragem pois é repleto de crianças recém desencarnadas em momento de breve transição . Percebo que hoje os pequenos estão  felizes a alegria  contagia a todos que correm e fazem algazarras e percebo que as cores da alegria infantil me faz feliz lembrando meus doces  momentos na terra com os pequeninos da  escola primária e da  catequese .  Escuto que estão me chamado é momento  de retorna para junto dos meus pequenos  que carinhosamente me chamam de  “Tio Marcelo”.

 Pausa para a reflexão e refazimento espiritual faz-se necessário no nosso plano.
Fiquem em paz
Marcelo


domingo, 1 de dezembro de 2013

Jesús! Sempre serei eternamente Grato








 Que Jesus ilumine a todos nós neste momento  de paz  alegria que estamos sentindo neste momento . 
 Que a bondade infinita dos olhos  do  Pai  maior possa  abraçar os corações das criaturas da terra que neste momento estão sofrendo.  E o seu olhar de ternura possa alcançar também , todas as criaturas que necessitam conhecer o  seu amor e da sua grandiosidade de Pai.
Que a terra possa ser iluminada pela alegria dos raios do sol e acariciada pela meiguice da lua e milhões de estrelas.  Que cada raio destas grandezas infinitas transformem em amor, abraçando a cada filho na terra que ainda tem a sede da misericórdia divina.
Obrigado Jesus por seu amor infinito a cada um de nós. Obrigado Jesus por nos conduzir até Deus!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

NOVA ERA



NOVA ERA




Novas energias outro ambiente, outras forças pairam  entre o céus e a terra.. E  aos  pouco tudo esta ficando mais leve e mais sutil e estas energias tendem a ficarem cada vez mais leve para recebermos  os ensinamento de cristo de maneira  mais  pura . Os homens  já estão  abertos a ternura assim como na terra a maneira  de educar os nosso filhos mudou , no além  igualmente.
Amigos espirituais  e educadores socorristas   também  mudaram a maneira de educar e se relacionarem com essas entidades passiveis  do nosso amor e compreensão , por isto os espíritas sabendo desta verdade implantaram  a doutrina de amor entre irmãozinhos  do espaço que necessitam de amor e compreensão  que muitos chamam de  satanás, mas este ser não existe para nós. Pois acreditamos que Deus jamais condenará eternamente um filho seu e tudo neste universo é criação divina o mal e passageiro e ilusório  . A terra mudou os céus também    . Assim como hoje e inadmissível espancar os nossos filhos  e alunos o mesmo acontece com os educadores do além.   Jamais jogarão  criaturas  para o fogo da condenação é  inadmissível hoje expulsar  com chicotes de palavras ásperas estes irmãozinhos, pois estamos vivendo outra era outra realidade.

sábado, 2 de novembro de 2013

A MORTE NÃO EXISTE



A morte é uma simples mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que já não proporciona à vida as condições necessárias ao seu funcionamento e à sua evolução. Para além da campa, abre-se uma nova fase de existência. O Espírito, debaixo da sua forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações; acha no seu estado mental os frutos da existência que findou.

Por toda parte se encontra a vida. A Natureza inteira mostra-nos, no seu maravilhoso panorama, a renovação perpétua de todas as coisas. Em parte alguma há a morte, como, em geral, é considerada entre nós; em parte alguma há o aniquilamento; nenhum ente pode perecer no seu princípio de vida, na sua unidade consciente. O Universo transborda de vida física e psíquica. Por toda parte o imenso formigar dos seres, a elaboração de almas que, quando escapam às demoradas e obscuras preparações da matéria, é para prosseguirem, nas etapas da luz, a sua ascensão magnífica.

A vida do homem é como o Sol das regiões polares durante o estio. Desce devagar, baixa, vai enfraquecendo, parece desaparecer um instante por baixo do horizonte. É o fim, na aparência; mas, logo depois, torna a elevar-se, para novamente descrever a sua órbita imensa no céu.

A morte é apenas um eclipse momentâneo na grande revolução das nossas existências; mas, basta esse instante para revelar-nos o sentido grave e profundo da vida. A própria morte pode ter também a sua nobreza, a sua grandeza. Não devemos temê-la, mas, antes, nos esforçar por embelezá-la, preparando-se cada um constantemente para ela, pela pesquisa e conquista da beleza moral, a beleza do Espírito que molda o corpo e o orna com um reflexo augusto na hora das separações supremas. A maneira por que cada qual sabe morrer é já, por si mesma, uma indicação do que para cada um de nós será a vida do Espaço.

Há como uma luz fria e pura em redor da almofada de certos leitos de morte. Rostos, até aí insignificantes, parecem aureolados por claridades do Além. Um silêncio imponente faz-se em volta daqueles que deixaram a Terra. Os vivos, testemunhas da morte, sentem grandes e austeros pensamentos desprenderem-se do fundo banal das suas impressões habituais, dando alguma beleza à sua vida interior. O ódio e as más paixões não resistem a esse espetáculo. Ante o corpo de um inimigo, abranda toda a animosidade, esvai-se todo o desejo de vingança. Junto de um esquife, o perdão parece mais fácil, mais imperioso o dever.

Toda morte é um parto, um renascimento; é a manifestação de uma vida até aí latente em nós, vida invisível da Terra, que vai reunir-se à vida invisível do Espaço. Depois de certo tempo de perturbação, tornamos a encontrar-nos, além do túmulo, na plenitude das nossas faculdades e da nossa consciência, junto dos seres amados que compartilharam as horas tristes ou alegres da nossa existência terrestre. A tumba apenas encerra pó. Elevemos mais alto os nossos pensamentos e as nossas recordações, se quisermos achar de novo o rastro das almas que nos foram caras.

Não peçais às pedras do sepulcro o segredo da vida. Os ossos e as cinzas que lá jazem nada são, ficai sabendo. As almas que os animaram deixaram esses lugares, revivem em formas mais sutis, mais apuradas. Do seio do invisível, onde lhes chegam as vossas orações e as comovem, elas vos seguem com a vista, vos respondem e vos sorriem. A Revelação Espírita ensinar-vos-á a comunicar com elas, a unir os vossos sentimentos num mesmo amor, numa esperança inefável.

Muitas vezes, os seres que chorais e que ides procurar no cemitério estão ao vosso lado. Vêm velar por vós aqueles que foram o amparo da vossa juventude, que vos embalaram nos braços, os amigos, companheiros das vossas alegrias e das vossas dores, bem como todas as formas, todos os meigos fantasmas dos seres que encontrastes no vosso caminho, os quais participaram da vossa existência e levaram consigo alguma coisa de vós mesmos, da vossa alma e do vosso coração. Ao redor de vós flutua a multidão dos homens que se sumiram na morte, multidão confusa, que revive, vos chama e mostra o caminho que tendes de percorrer.

Ó morte, ó serena majestade! Tu, de quem fazem um espantalho, és para o pensador simplesmente um momento de descanso, a transição entre dois atos do destino, dos quais um acaba e o outro se prepara. Quando a minha pobre alma, errante há tantos séculos através dos mundos, depois de muitas lutas, vicissitudes e decepções, depois de muitas ilusões desfeitas e esperanças adiadas, for repousar de novo no teu seio, será com alegria que saudará a aurora da vida fluídica; será com ebriedade que se elevará do pó terrestre, através dos espaços insondáveis, em direção àqueles a quem estremeceu neste mundo e que a esperam.

Para a maior parte dos homens, a morte continua a ser o grande mistério, o sombrio problema que ninguém ousa olhar de frente. Para nós, ela é a hora bendita em que o corpo cansado volve à grande Natureza para deixar à Psique, sua prisioneira, livre passagem para a Pátria Eterna.

Essa pátria é a Imensidade radiosa, cheia de sóis e de esferas. Junto deles, como há de parecer raquítica a nossa pobre Terra” O Infinito envolve-a por todos os lados. O infinito na extensão e o infinito na duração, eis o que se nos depara, quer se trate da alma, quer se trate do Universo.

Assim como cada uma das nossas existências tem o seu termo e há de desaparecer, para dar lugar a outra vida, assim também cada um dos mundos semeados no Espaço tem de morrer, para dar lugar a outros mundos mais perfeitos.

Dia virá em que a vida humana se extinguirá no Globo esfriado. A Terra, vasta necrópole, rolará, soturna, na amplidão silenciosa.

Hão de elevar-se ruínas imponentes nos lugares onde existiram Roma, Paris, Constantinopla, cadáveres de capitais, últimos vestígios das raças extintas, livros gigantescos de pedra que nenhum olhar carnal voltará a ler. Mas, a Humanidade terá desaparecido da Terra somente para prosseguir, em esferas mais bem dotadas, a carreira de sua ascensão. A vaga do progresso terá impelido todas as almas terrestres para planetas mais bem preparados para a vida. É provável que civilizações prodigiosas floresçam a esse tempo em Saturno e Júpiter; ali se hão de expandir humanidades renascidas numa glória incomparável. Lá é o lugar futuro dos seres humanos, o seu novo campo de ação, os sítios abençoados onde lhes será dado continuarem a amar e trabalhar para o seu aperfeiçoamento.

No meio dos seus trabalhos, a triste lembrança da Terra virá talvez perseguir ainda esses Espíritos; mas, das alturas atingidas, a memória das dores sofridas, das provas suportadas, será apenas um estimulante para se elevarem a maiores alturas.

Em vão a evocação do passado, lhes fará surgir à vista os espectros de carne, os tristes despojos que jazem nas sepulturas terrestres. A voz da sabedoria dir-lhes-á: “Que importa as sombras que se foram! Nada perece. Todo ser se transforma e se esclarece sobre os degraus que conduzem de esfera em esfera, de sol em sol, até Deus”. Espírito imorredouro, lembra-te disto: “A morte não existe”.

(Léon Denis - O Problema do Ser, do Destino e da Dor).

A manhã chegou ...

A  manhã chegou, os raios de sol entram pela janela,
 
 
 lá fora a floresta molhada acolhe o canto magnífico dos pássaros, os pequenos animais saem de suas tocas em busca de alimento, as árvores frondosas protegem o solo e a vida aqui embaixo, ao fundo um som maravilhoso de uma cachoeira, enchendo um belo rio que nos cerca, tudo parece tocado por Deus. O ar é leve, revigorante. A água é mais cristalina e doce. Tudo parece ter sido colocado em seu lugar por uma força muito maior.

Diante Dessa paisagem é impossível não crer no poder de Deus. 
 
 

O amanhecer vem após uma noite longa e sombria, época de dor e de grande sofrimento. Que só foi possível suportar devido a certeza que um dia o nosso Senhor estenderia Sua Mão tão maravilhosa para me resgatar.

É claro que hoje ficou claro que nunca fui vítima, sempre o algoz. Tudo o que colhi fui eu mesmo quem plantou. Mas Deus é maior, é mais Forte, é Superior a tudo aquilo que imaginamos existir. Se seguíssemos Seus Conselhos, se deixássemos Seu Amor falar conosco, não seria necessário mais nenhuma alma passar por sofrimentos. Todos poderiam amanhecer neste paraíso. Mas sabemos também que cada um tem o seu tempo e que o ódio é do homem, só ele pode mudar.

Deus é a porta aberta da felicidade, mas insistimos em bater à porta da dor e do sofrimento, e se é assim que teremos de aprender, que assim seja, pois o nosso Pai estará sempre pronto para nessa hora nos acolher e nos receber em Seus braços.

Que o mundo entenda, enquanto há tempo, que é possível mudarmos, que podemos oferecer aos filhos da Mãe Terra um mundo melhor pra se viver. Que cada anjo de luz possa influenciar os corações endurecidos, fazendo com que entrem no coração deles um pouco dos ensinamentos do Mestre Jesus.

Desejo a todos a alegria de vir o que vejo agora e o amor com que fui recebido aqui. Espero um dia poder retribuir tudo o que esses irmãos fizeram por mim. Meu verdadeiro muito obrigado.

Esta mensagem foi recebida no Centro Espírita "Portal da Luz" , no dia 29/10/2013.

As palavras que precisamos deixar hoje são súplicas do Plano superior em benefício daqueles que padecem do mal da ambição e vaidade.

Queridos irmãos trabalhadores da paz, as palavras que precisamos deixar hoje são súplicas do Plano superior em benefício daquel...