terça-feira, 13 de outubro de 2015

Não lance atenção na longa pausa sob as dificuldades incapacitantes do cotidiano,






Cabisbaixo, por muito tempo caminhei. Dos sentimentos negativos, obscuros e deletérios já convivi com quase todos. Dos atos impensados, egoístas e dolorosos já fui os próprios, por diversas vezes. Cabisbaixo caminhei, caminhei por caminhos sombrios, abandonados e atormentados. Já fui atormentado e atormentei além da conta, já participei de planos prejudiciais, já planejei prejuízo a muitos, posso dizer já vi um pouco de cada coisa e muito de algumas outras. Hoje já caminho por novas estradas e respiro novos ares, sou outro ser, se comparado ao pretérito da minha eternidade. Chamo-me Rodolfo atualmente, mas Maria já foi o meu nome outrora nessa terra santa brasileira, mas pode me chamar de amigo, companheiro ou irmão, compreendo as pequenas nuances do psicológico do ser que ainda não caminha à companhia de Deus e venho com a intenção de aprender e auxiliar na medida do possível, mas a pergunta final: o que houve em minha extensa caminhada que fez-me mudar de rumo tão brusco? Posso ainda esclarecer-vos que foi repentino, em um dado ponto de minha jornada topei com um ser de luz, que fez morada em meu corpo, sinto ainda quando lembro uma espécie de aquecimento na região externo do coração e entre as costelas, essa forte luz hoje vejo que é o amor de Deus representado pelo amor dos amigos e queridos irmãos que desejavam auxiliar e com este carinho, aos poucos compreendi que aquele amor era o sentimento por excelência, é este amor que sinto por amigos e familiares, que Deus sente por toda a humanidade, é este amor que devo sentir também por todos, mas quando compreendo isso também sinto-me aflito, como amar ainda quem não me ama? Ou pior, como amar quem me odeia? Meus caros companheiros me ensinaram a humildade é o caminho pavimentado que o amor vem em alta Velocidade, sendo brando, simples, calmo e humildade, dentro de minhas limitações consegui abaixar minha cabeça e pedir perdão de alma, consegui abraçar com amor aquele desconhecido, consegui amparar quele que me perseguia, por compreender suas aflições, utilizando-me de compaixão, tão nobre sentimento originado da caridade, do amor e da humildade unidos em um só ideia, auxiliar, amparar.

Venho então aconselhar-vos para que não lance atenção na longa pausa sob as dificuldades incapacitantes do cotidiano, incapacitantes da alma, do caráter, fixe na prática de novos sentimentos de amor, humildade, caridade, compaixão, reconhecendo-se como uma só irmandade, amando a todos.

Rodolfo

 Psicografia  recebida no C E Allan Kardec- Jardim Monte Libano  Dourados MS

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